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Mamã Zen, Mamã com estilo...

O blogue que retrata da vida de uma mulher após maternidade. Entre biberões e batons, um mundo cheio de descobertas ao estilo Zen.

Segunda-feira e o "Atchim"...

 

 

Há coisa mais chata que uma constipação "veranesca"?

 

Só espero que com o contágio que aqui vai por casa, não pegue na mais pequena...

 

Porque se há coisa que custa, é ver os nossos rebentos doentitos.

 

Amor de Mamã, diz tudo.

 

Agora espero que passe rápido, rápidooooo, pois esta semana é uma semana muito importante. Importante para a Mamã e para a Borboleta...

 

Desde já quero-vos desejar uma ÓTIMA SEMANA...

 

Alguém ansioso pelo o primeiro dia de escolinha dos mais pequenos?

 

Te já...

 

Beijinhos da Mamã Zen, Mamã com estilo...

 

 

 

O bicho Papão cá por casa??!?!

Hmmmm... 

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Desconfio que tenho um bicho Papão cá por casa.

 

Pois sempre que está na hora da caminha, e procuro pela chupa da Princezocas, não a encontro...

 

Papão, papão, porta-te bem e dá lá a chupa da "moçinha"...

 

O Papão faz o mesmo por ai?

 

Beijinhos grandes da Mamã Zen, Mamã com estilo. . . E bom fim de semana. 

Baby blues, depressão pós-parto e yoga...

Hoje venho-vos falar de algo que após parto, abalou e mudou a minha vida.

 

Após 41 semanas de gestação, com uma gravidez não super, mas HIPER desejada, senti dentro de mim aquilo que não queria sentir: sintomas de depressão pós-parto.

 

Inicialmente diagnosticada como “Baby Blues”, com sintomas de choro, tristeza profunda, (apesar de toda a felicidade do Mundo), o egoismo  (querer a minha bebé só para mim), era os sinais de crise de Baby Blues mais evidentes.

 

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Para quem não sabe, o Baby blues pode acontecer até 14/15 dias após parto, e quando não valorizado, pode originar a uma depressão pós parto.

 

Nesta fase é muito importante termos muito apoio, mas principalmente que nos deixemos ser apoiados. O meu grande problema, é que como somente eu queria cuidar da minha bebé, eu não permitia ser ajudada.

 

Estes sentimentos pós parto, foram muito evidênciados a quando regresso para casa. Durante os dias que permaneci internada no Hospital, eu não senti sintomas como melancolia, e outros causados pela crise da Baby Blues.

 

Quando se tornaram demasiado evidentes, os sintomas de uma fase que de todo não é facil de passar e sentir, eu procurei logo ajuda médica.

 

Fora de casa eu permitia me ser ajudada mas dentro de casa, sem razão nenhuma de ser, eu não permitia ser ajudada.

 

Este tema não era de todo desconhecido para mim, uma vez que como participei num curso de preparação para o parto, um dos temas abordados na parte de psicologia materna, foi mesmo esse, Baby Blues e depressão pós parto.

 

Lembro me perfeitamente do formador / psicólogo falar de “N” situações que na altura pareciam-me completamente absurdas, e ter o sentimento de : “ ahhhh isto a mim não vai acontecer”, mas o que é certo, é que deixaram de ser absurdas e começaram a fazer parte da minha vida, sem sequer pedir autorização. Entrou e ponto final.

 

 Apoderou-se de uma recente Mamã, desesperou-me com tanto choramingo, e afinal a mim também me acontece.

 

Numa ida ao médico, após parto, já sabendo o que se estava a passar, eu falei com a equipa que me atendia, e já me conhecia, pelo o percurso de gestação. 

 

Inicialmente não foi feito nada, isto é, só explicaram, ou melhor, confirmaram aquilo que já sabia, estava a viver uma crise de Baby Blues, e ficaram em alerta.

 

Com o decorrer das consultas, e passado algum tempo de acompanhamento, a fase do baby blues, foi eliminada, mas por sua vez deu lugar a uma depressão pós parto.

 

Posso vos dizer que se por um lado vivi e vivo a melhor fase da minha vida, que é ser Mamã, por outro o sabor da depressão pós parto, foi a descoberta de um lado muito negativo e de profunda tristeza sem razão, que me marcou e foi como um doce-amargo.

 

Fui medicada, porque aliás, eu não amamentei, e recuperei. 

 

Não dou só o beneficio dos “Quimicos” mas sim de eu ter procurado outras formas de equilbrio, como na prática de Yoga.

 

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A prática de Yoga foi para mim fundamental. 

 

Acalmou-me, aliviou-me o stress, equlibriou as minhas emoções. Tive os meus momentos de reflexão, de exercio mental e fisico, que favoreceu a minha recuperação e estabilidade.

 

Com o Yoga encontrei um sono mais tranquilo, uma nova fase de harmonia, e foi notória cá por casa desde o primeiro dia de prática.

 

Hoje não tenho tempo para praticar, mas espero voltar a ter tempo para voltar à prática benéfica que é o Yoga, no entanto procuro ter sempre momentos de meditação.

 

Aconselho a todos, o que passam depressões pós-parto ou até mesmo uma depressão, a prática de Yoga. Só tem beneficios.

 

Aqui deixo-vos um pouco da minha história com o baby blues, depressão pós-parto e yoga.

 

Espero de alguma forma poder ajudar alguém que está nesse lado a passar por situações idênticas. 

 

Disponho-me para qualquer questão relacionada com o falado no post.

 

Ahhh e hoje, graças a Deus, a Mamã vive para a plena felicidade da maternidade.

 

Beijinhos da Mamã Zen, Mamã com estilo…

 

Um Amor perlimpimpim...

Há coisas que para mim são essenciais numa relação.

 

Quando esses pontos existem, existe uma base sólida com meio caminho andado para que tudo deie certo.

 

Antes de ser namorado, é  AMIGO.

 

Depois de ser namorado, continua AMIGO.

 

Depois do casamento, permanece  AMIGO.

 

Não há relação sem RESPEITO, sem COMPANHEIRISMO, sem COMPREENSÃO MÚTUA.

 

Contudo, não pode faltar o AMOR.

 

Como pastel de nata, o melhor sabor é com um pó  perlimpimpado de canela, assim é feita uma relação a dois, com sentimentos perlimpimpados.

 

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Mas também, não  há relação sem altos e baixos, sem briga e paz, sem desentendimento e entendimento. O segredo está  na sabedoria  de permanecer unidos, apesar de todas as diferenças e diversidades. 

 

Dois seres, dois corpos  unidos no corpo, na mente e na espiritualidade constroem muralhas só perceptíveis aos olhos...de nós os dois.

 

Beijinhos aos reis e rainhas que seguem a Mamã  Zen, Mamã com estilo...

 

 

Como nasceu a relação entre um bebé e dois cães...

Quem me conhece sabe que eu adoro de coração animais, principalmente as minhas pequenas “feras” (cadelas), que para mim são  como seres humanos.

 

Os animais têm uma capacidade enorme de dar amor, sem pedir nada em troca, ao contrário de nós, nem todos temos essa capacidade, infelizmente. 

 

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Quando descobri que estava grávida nunca coloquei como hipótese mudar a rotina com os meus animais de estimação. Apesar de  muitas pessoas dizerem constantemente,  que após o bebé  nascer  as coisas  tinham que mudar. Mas mudar porquê? Por vezes não compreendia, até parecia uma atitude  “implicativa”.

 

O certo é que não mudei nada. E cada um teve que  aprender o lugar certo de cada qual. 

 

As minhas filhotas de 4 patas aprenderam que a família cresceu, agora os Papás partilhavam mais um Amor. Um amor muito importante para  nós, e por certo que com o tempo esse amorzinho iria conquistar o coração delas, também. 

 

E à nossa Bebé fomos e continuamos a mostrar que há que respeitar o espaço da Zara e da Pipoca,  podem brincar, mas como amiguinhos, pois elas não são brinquedos e estas podem magoar-se, tal como as mesmas sabem que é mais um membro na família para toda a vida, e tem que ser respeitada.

 

A quando grávida, mostrei todos os “preparativos” à Zara e à Pipoca.  

 

Parece de loucos, mas  na verdade não é. É  muito  bom saber  integrar  ambos  na vida  de cada um.

 

Elas perceberam que no nosso  quarto, o espaço estava cada vez mais ocupado por objetos que  pertenciam  à  chegada de uma terceira pessoa.

 

Sabiam que a barriguinha crescia, inclusive fizeram parte de uma fase da gravidez, menos boa, como o repouso.

 

Todos em casa a trabalhar, e eu sozinha em casa, devido a um descolamento de placenta, foram elas, as minhas filhotas de 4 patas, que faziam companhia dia atrás dia. 

 

A Zara sempre a mais carinhosa, encostava-se muitas vezes na minha barriguinha. Penso que sentia, que sabia o que estava a crescer dentro de mim. 

 

A Zara ajudou a quebrar o mito, que quando os animais se encostam na barriga, ou colocam a pata, o bebé pode nascer com a marca, ou pêlos.

 

MENTIRA.

 

A minha princesa é perfeita, graças a Deus.

 

Passados as 41 semanas, e após a minha filhota nascer, tive o cuidado de deixar uma fralda de pano sempre junto da bebé, durante a estadia no hospital, para que podesse absorver o odor do bebé. 

 

Assim quando cheguei  a casa, nós não apresentamos primeiro a bebé à Zara e à Pipoca, mas sim, a fralda de pano.

 

 Depois de muita “pesquisa” canina sobre a fralda de pano, e de acalmarem os animos por terem a Mamã de volta, apresentámos o ovinho com a bebé.

 

 Deixámos cheirar à vontade.

 

O olfato, é o cartão de entrada para o conhecimento nos cães, é essencial que deixemos sem medos descobrir, para não haver ciúmes, e outros  senãos .

 

Hoje tenho a certeza que foi fundamental incluir desta forma, a vida da nossa pequena bebé na vida das nossas  farrusquinhas. 

 

Espero que tenham gostado. Esta foi e é a minha experiência na relação entre uma criança  e um cão. 

 

Beijinhos  a todos da Mamã Zen, Mamã com estilo. . . 

 

Perdi o direito à TV...

Esta é uma realidade.

 

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Quando estava grávida e uma das vezes que visitei uma amiga Mamã, na qual o filho ocupava se dos brinquedos e da televisão, ao mesmo tempo, sem dar pelo menos 1 minuto de antena para a sua Mamã.

 

Lembro me perfeitamente de ter este pensamento : “quando a minha bebé nascer, não vai ser igual, eu vou ver os meus programas e a minha filha terá o seu tempo estipulado para ver os seus desenhos animados.”.

 

TRETAS…

 

Agora que sou Mamã, a mais purissima realidade, é que a televisão só tem um dono, é da princezocas cá de casa.

 

Qual programas da Mamã?! Qual filmes do Papá?! Tudo se resume a Panda TV, Disney Junior e Baby TV.

 

Com 15 meses de idade tem um repertório de animação de eleição e “pêras“ …

 

A Mamã contenta se com o YouTube no seu tablet. E o Papá, o mesmo…

 

Agora a guerra é entre a Mamã e o Papá, simmmm. . . Quem apanha primeiro o tablet?

 

Afinal quem manda ai em casa?

 

Ahh e confesso que por vezes quando dou conta, já sou eu mais animada com o entretenimento televisivo infantil do que a criança propriamente dita. 

 

Beijinhos grandões para todos vocês. Da Mamã Zen, Mamã com estilo. . . 

De regresso após casamento...

E por aqui estamos de volta. A duas semanas de ter festajado um dos melhores dias da minha vida, e após toda a confusão de todos os preparativos terem passado, finalmente consigo encontrar tempo para algo que gosto tanto como o meu blogue. Agora já posso partilhar convosco algumas coisinhas daquilo que de fantástico foi e é, realizarmos , este que foi por muitos anos um sonho por ambos desejado. Para mim é praticamente impossível descrever por palavras todas as emoções vividas nesse dia, mas vou tentar ir por partes e tentar partilhar convosco da melhor forma que consigo. Sei que para muitos pode ser uma história agradável de ler, para outros não significar nada, mas este é o meu espaço e o meu momento de partilha para com todos vós. Então bora lá começar por o inicio. Como todos sabem, eu sou Mamã de uma linda Borboleta, e um dos nossos objetivos era assim que possivel, podermos batizá-la. O batizmo, para nós pais e padrinhos era essencial na vida da nossa bebé. E por isso tentámos realizar a cerimónia o quanto antes, mas após o primeiro ano de vida da nossa pequena. Como não há batizmo sem festa, logo fomos procurar um espaço para comemorarmos após cerimónia, nunca excluindo a hipótese, já em aberto, de juntarmos o útil ao agradável e realizarmos em união com o batizmo da nossa mais que tudo, o sonho há tanto tempo adiado, o casamento. Não é que o casamento, papéis, altera-se os nossos sentimentos, mas só prova e reforça o amor que sentimos um por o outro, e em sinal do fruto que nasceu desse amor, tornou-se algo que aos nossos olhos e aos nossos ideais era o certo . Quanto ao local de festa, conseguimos encontrar um sitio onde o 2 em 1 era possível, a preços acessíveis. E daí nasceu toda a preparação de um dos dias mais felizes da nossa vida. (Não me canso de dizer hehe) Data escolhida, começámos a dar andamento com os procedimentos de civil e católica, acreditam que durou quase até ao dia da cerimónia? Não por culpa de ninguém, somente nossa, pois fomos deixando passar o tempo e o tempo nestas questões correeeee mas corre sem dar nos conta. O passo seguinte foi a lista de casamento. Uiiii que dá sempre que falar ahaahahhah Já foi o tempo que fazia o obséquio de ser educadamente educada para não parecer mal a ninguém, mas hoje não. E o fato de ser Mamã alimou muitas arestas na minha personalidade que era necessário serem trabalhadas. Na lista tive em conta duas coisas: a nossa disponibilidade financeira e convidados que nós noivos fazíamos mesmo questão que estivessem presentes por o que são ao longo do ano para nós, e não por o papel de atores que desempenham no nosso teatro a que chamamos vida. Se fosse há uns anos atrás, esta questão não me era fácil de filtrar, mas a idade e a vida nos fazem mudar como nunca imaginamos. Por isso para mim esta tarefa acabou por ser fácil, descompliquei o que por norma é complicado. Lista de convidados elaborada, o passo seguinte foi fazer os convites. Esses elaborei eu mesma, depois enviei a uma gráfica para imprimir com alguma qualidade. Foi simples. Um modesto postal, porque por vezes o menos é mais. Quanto às lembranças, tratei com uma amiga minha uma vez que a mãe tem uma lojinha que trata desse tipo de artigos. Quanto aos ramos, também descompliquei. Baseei me num ramo de flores que me foi oferecido por uma grande amiga minha. Tomei como base aquele arranjo e deixei tudo o resto nas mãos da florista. O topo de bolo, eu quis que fosse personalizado. Então mandei fazer numa lojinha virtual do Facebook, e simplesmente adorei o resultado final. Ainda com o bolo, esse pedi a uma senhora amiga da minha zona, que faz bolos deliciosos, para o elaborar. Sem grande complexidade, simples e tal como a florista, acabei por deixar à vontade o trabalho da Sra. Pasteleira. Hehehe Acho que o fato de deixar ao critério de cada um, mas claro não esquecendo os nossos gostos,todos nos surpreenderam pela positiva. E acho que acabaram por trabalhar connosco mais a gosto. As nossas "vestes" têm histórias engraçadas, mas o meu vestido supera. Amo de paixão, e sei que veio até mim com uma história linda e de muito amor pelo o gesto. Guardo o com muito AMOR. Posso vos dizer que foi uma cerimónia simples, mas para nós lindaaaa. E pelo o feedback que recebemos dos presentes, adoraram. Quero agradecer aqui a todos os maravilhosos e maravilhosas que fizeram do nosso dia, um dia tão especial. Guardo vos a todos no coração. Obrigadaaaaaa ...

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Aqui vos deixo algumas fotos de tantas outras. 

 

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Beijinhos grandes da Mamã Zen, Mamã com estilo...