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Mamã Zen, Mamã com estilo...

O blogue que retrata da vida de uma mulher após maternidade. Entre biberões e batons, um mundo cheio de descobertas ao estilo Zen.

Mamã Zen, Mamã com estilo...

O blogue que retrata da vida de uma mulher após maternidade. Entre biberões e batons, um mundo cheio de descobertas ao estilo Zen.

Por aquele que não se sabe defender, eu defendo!!

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Todos os dias abro o Facebook, e todos os dias continuo a ver mais do mesmo.
 
Desta vez falo-vos do abandono dos animais.
 
Nunca senti ódio por nada, mas quando penso nas coisas tão más e ruins que fazem aos animais, o meu coração explode de raiva...
 
Não suporto pessoas que fazem dos animais objectos, não suporto os maus tratos, o abandono...
 
Choca-me que o Mundo esteja tão atrasado quando se trata de direitos dos animais.
 
Choca-me quando alguém se ri de certas situações degradantes sobre os mesmo.
 
É verdade que nem todos podemos gostar do mesmo, mas já que não gostam, respeitem aqueles que não têm forma de se defender, eles, os animais (cães, gatos...TUDO).
 
Há algo que trago comigo sempre: quem não gosta e trata mal os animais, não respeitando os mesmos, não é boa gente. E daqui ... avalio pessoas.
 
Esta foto, é uma num MILHÃO que tenho, da minha filha mimando uma das "manas de 4 patas".
 
Sim, os meus animais estão à vontade em casa. Posso encontrar pelos pela minha roupa, ter o dobro do trabalho a higienizar a nossa casa, mas nada substitui o amor tão puro que eles nos dão em troca de nada.
 
É assim que vai continuar a ser cá por casa. 
 
Somos uma família.
 
Nós (pessoas), e os três patudos.
 
A Laura, desde o primeiro dia de morada cá em casa, teve sempre contacto com as "maninhas patudas". O meu desejo é educa-la a amar e respeitar o próximo. Que o próximo inclua os animais.
 
E agora um a parte.
 
Esta, que vêem na foto é a Pipoca. 
Foi abandonada numa IC (estrada).
Graças a Deus, cruzou-se connosco. Tem vários problemas de saúde, visivelmente físicos, e para quem a conhece, visivelmente psicológicos. 
Os físicos são irreversíveis. Os psicológicos: o tempo, a paciência, o nosso amor por ela, poderá fazer parte da cura. Já se nota diferença. No entanto, ainda há muito trauma ao desconhecido.
Antes de Laura nascer, temi pela relação de ambas. Mas aqui está a prova. Ambas se respeitam, e ambas se adoram. A Pipoca sabe que não pode magoar a Laura, e a Laura sabe que a Pipoca não é o seu brinquedo.  
 
 
Espero que assim continue. 
 
E sonho para que o Mundo comece a dar importância, a respeitar e dizer não ao abandono, destes pequenos indefesos.
 

Como nasceu a relação entre um bebé e dois cães...

Quem me conhece sabe que eu adoro de coração animais, principalmente as minhas pequenas “feras” (cadelas), que para mim são  como seres humanos.

 

Os animais têm uma capacidade enorme de dar amor, sem pedir nada em troca, ao contrário de nós, nem todos temos essa capacidade, infelizmente. 

 

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Quando descobri que estava grávida nunca coloquei como hipótese mudar a rotina com os meus animais de estimação. Apesar de  muitas pessoas dizerem constantemente,  que após o bebé  nascer  as coisas  tinham que mudar. Mas mudar porquê? Por vezes não compreendia, até parecia uma atitude  “implicativa”.

 

O certo é que não mudei nada. E cada um teve que  aprender o lugar certo de cada qual. 

 

As minhas filhotas de 4 patas aprenderam que a família cresceu, agora os Papás partilhavam mais um Amor. Um amor muito importante para  nós, e por certo que com o tempo esse amorzinho iria conquistar o coração delas, também. 

 

E à nossa Bebé fomos e continuamos a mostrar que há que respeitar o espaço da Zara e da Pipoca,  podem brincar, mas como amiguinhos, pois elas não são brinquedos e estas podem magoar-se, tal como as mesmas sabem que é mais um membro na família para toda a vida, e tem que ser respeitada.

 

A quando grávida, mostrei todos os “preparativos” à Zara e à Pipoca.  

 

Parece de loucos, mas  na verdade não é. É  muito  bom saber  integrar  ambos  na vida  de cada um.

 

Elas perceberam que no nosso  quarto, o espaço estava cada vez mais ocupado por objetos que  pertenciam  à  chegada de uma terceira pessoa.

 

Sabiam que a barriguinha crescia, inclusive fizeram parte de uma fase da gravidez, menos boa, como o repouso.

 

Todos em casa a trabalhar, e eu sozinha em casa, devido a um descolamento de placenta, foram elas, as minhas filhotas de 4 patas, que faziam companhia dia atrás dia. 

 

A Zara sempre a mais carinhosa, encostava-se muitas vezes na minha barriguinha. Penso que sentia, que sabia o que estava a crescer dentro de mim. 

 

A Zara ajudou a quebrar o mito, que quando os animais se encostam na barriga, ou colocam a pata, o bebé pode nascer com a marca, ou pêlos.

 

MENTIRA.

 

A minha princesa é perfeita, graças a Deus.

 

Passados as 41 semanas, e após a minha filhota nascer, tive o cuidado de deixar uma fralda de pano sempre junto da bebé, durante a estadia no hospital, para que podesse absorver o odor do bebé. 

 

Assim quando cheguei  a casa, nós não apresentamos primeiro a bebé à Zara e à Pipoca, mas sim, a fralda de pano.

 

 Depois de muita “pesquisa” canina sobre a fralda de pano, e de acalmarem os animos por terem a Mamã de volta, apresentámos o ovinho com a bebé.

 

 Deixámos cheirar à vontade.

 

O olfato, é o cartão de entrada para o conhecimento nos cães, é essencial que deixemos sem medos descobrir, para não haver ciúmes, e outros  senãos .

 

Hoje tenho a certeza que foi fundamental incluir desta forma, a vida da nossa pequena bebé na vida das nossas  farrusquinhas. 

 

Espero que tenham gostado. Esta foi e é a minha experiência na relação entre uma criança  e um cão. 

 

Beijinhos  a todos da Mamã Zen, Mamã com estilo. . .