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Mamã Zen, Mamã com estilo...

O blogue que retrata da vida de uma mulher após maternidade. Entre biberões e batons, um mundo cheio de descobertas ao estilo Zen.

Mamã Zen, Mamã com estilo...

O blogue que retrata da vida de uma mulher após maternidade. Entre biberões e batons, um mundo cheio de descobertas ao estilo Zen.

Não podemos deixar de fazer o que gostamos.

Numa conversa mais ao estilo "Zen"...

 

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Quantas são as vezes que por termos o tempo ocupado com os outros, deixamos de fazer o que nos faz bem e gostamos??

 

Já me tinha apercebido que descuidei os meus gostos para dar lugar e importância aos gostos dos outros, mas tanto como tenho vindo a sentir há um par de semanas em diante...ui (principalmente por ter existido momentos menos bons, que poucos foram aqueles que deram lugar ás suas coisas para dar importância ao que estava a acontecer comigo/ connosco).

 

Toda a minha vida, (ou seja, nem sequer me lembro de quando começou a minha perdição), sempre adorei, fascinei, apaixonei-me pela música.

Em criança passava HORAS a ouvir repetidamente, e a dançar, a cantarolar a música. (Acho que até poupei trabalho e preocupação à minha mãe, pelas traquinices que não fiz, á pala de levar horas e horas a fio com o walkman, ou aparelhagem do meu irmão, a ouvir a bendita da musica (sim porque no meu tempo, não havia MP3, Youtubes...))

 

Cresci, com a música sempre no meu coração, mas não sei sequer o porque de ter esquecido esta paixão a meio caminho.

 

Foi tanto tempo, como talvez 5 anos…sem PESQUISAR, PROCURAR, APAIXONAR, SONHAR, com aquilo que tão bem me fazia à alma: a música.

Ouvia o que passava pela rádio, ouvia os meus Cd’s do tempo da Maria Carocha (porque até isso eu deixei de comprar) e assim passei esta fase sem “ritmo”.

 

Agora que a minha filha tem dois anos, e já fala qualquer coisinha, percebi que a miúda é igual ou pior que eu, na minha infância…

 

Ela RESPIRA MÚSICA, Ela é MÚSICA…

 

Passa o dia a cantarolar e a dançar…está em casa, se ouve musica na TV, pára tudo, para dançar. Puxa a família inteira pela mão e toca -lá a dançar (quer gostes ou não. Com esta miúda não há cá vergonhas…)

Vai no carro, o rádio TEM QUE ESTAR LIGADO, e ela? A cantar…

 

Enfim, viciada na música. A música é como o seu brinquedo preferido, a faz feliz.

 

Foi aí que parei e comecei a aperceber-me que já fui como ela, e como é possível que esqueci disso?

 

Até consegui esquecer a felicidade que me era oferecida gratuitamente.

 

Então parei e comecei a olhar para mim…a fazer despertar o que estava adormecido, o que tinha esquecido e que fazia parte de mim. Retomei a procurar, pesquisar, a colocar música na minha vida…

 

Fiz o favor de devolver-me a mim mesma.

 

E que bela devolução. Pois, parte do meu stress foge ao som da música, passei a sonhar, sentir, vivenciar a minha vida como quando era criança.

 

Têm noção do poder da música em nós? E da questão de fazer aquilo que gostamos? Por nós próprios?

 

Não podemos deixar de fazer o que gostamos. Por nós. Por o nosso bem-estar.

E quando falo em fazer, não me refiro somente à musica. Este foi o meu exemplo, um gosto meu…certamente vocês terão os vossos…

 

Realmente a música é mágica. E a minha filha uma Fada, na minha vida. Gratidão a vós e ao Universo por cuidarem de mim.

 

Obrigada, Obrigada, Obrigada.

Dieta da Alma: O Desabafo

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Há dias que é necessário desabafar. E não é porque aconteceu algo ou coisa do género.

 

É necessário e ponto.

 

Como hoje.

 

Já algum tempo que trago em mim o sentimento de ter que jogar fora o que vai na minha alma.

 

 

Porque sim.

 

 

Porque pesa e não quero carregar palavras, criar agonias e mau estar com o meu próprio eu, só porque necessito de falar, e ao contrário de o fazer, guardo para mim.

 

Ando cansada ... psicologicamente, da maldade dos outros. Da mesquinhice das pessoas. Da forma como vivem e aparentam aquilo que não são. 

 

Não sou perfeita, como é óbvio, mas não me consigo encaixar nesse tipo de gente que fala uma coisa e depois são outra, que usam a mentira, as doenças, etc,  para criar o bichinho da PENA. Não consigo suportar a má língua nas costas de uns, e a reuniões de hipocrisia que se fazem sentir nas costas de outros.

 

Tudo isto para quê?

 

Só tenho uma resposta.

 

Para não se sentirem sós, para se acharem os melhores do Mundo, para dar palmadinhas nas costas ao Sr. Ego.

 

 

Querem aparentar  FELICIDADE que na verdade não existe, nem sequer sabem o verdadeiro sentido da palavra.

 

Cada vez mais tenho tendência a afastar me de pessoas assim.

 

 

Pessoas que só se lembram de mim para pedir um favor, e nem sequer perguntam "como estás".

Não existe dias para questionar sobre nós, só há dias para apontar o dedo, e dizer o que és, mas claro, NEGATIVAMENTE, aquela parte em que dizem que não prestas, que não vales nada, que tens culpa de tudo o acontece à tua volta.

 

Dá o caso que não faças o favor que te pedem, ai sim viras a pior pessoa que existe a fase da Terra.

Esquecem-se é de tudo o que atrás foi feito. Que fomos capazes de parar a nossa vida por os outros. Simplesmente esquecem tudo.

 

Mas também esquecem que esta pessoa que pára a própria vida para viver a vida dos outros, chega a um dia que se cansa.

Cansa-se de fazer figuras de palhaça, de aturar caprichos, que põe um ponto final a tudo isto, e que passa a dar importância ao que realmente é de valor, e ao que realmente é importante: EU/NÓS.

 

Não vou passar a minha vida a dar "Améns" a quem não olha para mim com um pingo de sentimento. A quem não se preocupa com a nossa vida. A quem não diz simplesmente "Oi, estou aqui", "Oi, estou aqui mesmo que seja para rirmos juntos" , "Oi, estou aqui, mesmo que seja para ficar em silêncio".

 

Não vou...

 

Desabafos fazem parte da dieta da nossa alma e eu estou em dieta, em "arrumações" com o lado bom da vida.

Olhando para o importante, amando e respeitando o próximo, e praticando a gratidão por aqueles que dão um pouco deles por nós.

 

Desabafos fazem sentir nos mais leves. Como agora...

 

Fase-o.... se sentes que tens de o fazer. Seja de que forma for. A escrever, a vaguear, a falar para o ar, ou até contigo próprio. Vais ver o tão leve que vais sentir a tua alma. Faz-te bem a ti, e acredita que fará bem até a quem te rodeia.

 

Este foi um desabafo, com verdade, e com aprendizagem...

 

Grata pela oportunidade de o fazer, hoje com o post mais focado para o que sou, o que os outros são e o que afinal quero daqui em diante.

 

Namastê

 

Sorriso = Felicidade, Atracção e sucesso

 

Há coisas na vida que são de facto muito curiosas, e isto que vos vou falar é algo que acontece várias vezes ao longo dos dias.

 

Todos os dias eu penso: “O que vou escrever para o blogue?”

 

Entre o tempo, e sem tempo, faço aquilo que consigo, com a consciência que dou SEMPRE o melhor de mim para melhorar, organizar-me, evoluir, entre outras coisas.

 

Ontem estava deitada na minha caminha, sem dormir, até praticamente às 2 da manhã...e como esta cabeça até não é muito pensativa (ironia) estava cá a refletir sobre a felicidade, atracção de energias positivas e sucesso. Não falo de sucesso, em ser “vedeta de Hollywood”, mas sim, ter sucesso na nossa vida e naquilo que nos propomos diáriamente. No Amor, na Saúde, no dinheiro, etc...

 

Pensei para os meus botões, que talvez fosse algo, que podia falar aqui no blogue...PODERIA...

 

Entretanto, hoje, depois da rotina matinal, cheguei a casa e pus-me a trabalhar.

 

Agendei horário para dedicar-me ao blogue.

 

Sentei-me, mas antes disso tinha apanhado um revista, aleatóriamente, no meu cantinho de leitura.

 

Vou folhear, e o que vejo?!?!

 

Artigos e mais artigos sobre: FELICIDADE, ATRACÇÃO e SUCESSO.

 

“Cum caneco...”, será de caso?

 

O que aconteceu hoje, acontece “milhentas” vezes …

 

Coincidência ou não, e após minha reflexão de ontem à noite, só tenho uma mensagem para ti...

 

 

 

SORRI MUITO...

 

Com o sorriso, conquistas a alegria, isso leva-te à felicidade, e prosperás em todas as outras áreas com mais facilidade.

 

Se acreditoo na lei da atracção? Sim, acredito. E acredito que tudo o que somos e pensamos, torna-se e faz a nossa vida.

 

Se és positivo, a vida dará-te mais oportunidades para usares a tua energia positiva, se fores negativo, faças o que faças, para ti, nunca está nada bem.

 

E isto é como uma bola de neve, para o bem e para o mal.

 

Quer acredites ou não.

 

Não é que o post seja muito aprofundado na temática e cheio de “blábláblás” mas saiu, surgiu e aqui está.

 

Beijinhos cheios de energia positiva, da Mamã Zen, Mamã com estilo...

 

Ahhh ...e hoje é sexta-feiraaaaaaaa yehhhh

 

Sorrisos aquecem o coração

Paga-se imposto?

 

Custa-nos dinheiro?

 

É dificil fazê-lo?

 

São tantos os sitios que vamos, e deparamo-nos com um rosto sizudo. 

 

Ali não há sorriso, nem riso, nem ar de sua graça...

 

Sorrir faz bem à NOSSA saúde, à NOSSA vida...

 

Mas sabias que com o teu sorriso podes fazer sorrir, por dentro, o coração de alguem que precisa?

 

Pois é...

 

Hoje não é o dia do sorriso, mas podia ser.

 

 

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Um milhão de sorrisos para ti...

 

Porque a vida por mais dura que seja, merece isso de nós...um SORRISO.

 

Beijinhos muito grandes e sorridentes.

 

Mamã Zen, Mamã com estilo...

 

 

Baby blues, depressão pós-parto e yoga...

Hoje venho-vos falar de algo que após parto, abalou e mudou a minha vida.

 

Após 41 semanas de gestação, com uma gravidez não super, mas HIPER desejada, senti dentro de mim aquilo que não queria sentir: sintomas de depressão pós-parto.

 

Inicialmente diagnosticada como “Baby Blues”, com sintomas de choro, tristeza profunda, (apesar de toda a felicidade do Mundo), o egoismo  (querer a minha bebé só para mim), era os sinais de crise de Baby Blues mais evidentes.

 

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Para quem não sabe, o Baby blues pode acontecer até 14/15 dias após parto, e quando não valorizado, pode originar a uma depressão pós parto.

 

Nesta fase é muito importante termos muito apoio, mas principalmente que nos deixemos ser apoiados. O meu grande problema, é que como somente eu queria cuidar da minha bebé, eu não permitia ser ajudada.

 

Estes sentimentos pós parto, foram muito evidênciados a quando regresso para casa. Durante os dias que permaneci internada no Hospital, eu não senti sintomas como melancolia, e outros causados pela crise da Baby Blues.

 

Quando se tornaram demasiado evidentes, os sintomas de uma fase que de todo não é facil de passar e sentir, eu procurei logo ajuda médica.

 

Fora de casa eu permitia me ser ajudada mas dentro de casa, sem razão nenhuma de ser, eu não permitia ser ajudada.

 

Este tema não era de todo desconhecido para mim, uma vez que como participei num curso de preparação para o parto, um dos temas abordados na parte de psicologia materna, foi mesmo esse, Baby Blues e depressão pós parto.

 

Lembro me perfeitamente do formador / psicólogo falar de “N” situações que na altura pareciam-me completamente absurdas, e ter o sentimento de : “ ahhhh isto a mim não vai acontecer”, mas o que é certo, é que deixaram de ser absurdas e começaram a fazer parte da minha vida, sem sequer pedir autorização. Entrou e ponto final.

 

 Apoderou-se de uma recente Mamã, desesperou-me com tanto choramingo, e afinal a mim também me acontece.

 

Numa ida ao médico, após parto, já sabendo o que se estava a passar, eu falei com a equipa que me atendia, e já me conhecia, pelo o percurso de gestação. 

 

Inicialmente não foi feito nada, isto é, só explicaram, ou melhor, confirmaram aquilo que já sabia, estava a viver uma crise de Baby Blues, e ficaram em alerta.

 

Com o decorrer das consultas, e passado algum tempo de acompanhamento, a fase do baby blues, foi eliminada, mas por sua vez deu lugar a uma depressão pós parto.

 

Posso vos dizer que se por um lado vivi e vivo a melhor fase da minha vida, que é ser Mamã, por outro o sabor da depressão pós parto, foi a descoberta de um lado muito negativo e de profunda tristeza sem razão, que me marcou e foi como um doce-amargo.

 

Fui medicada, porque aliás, eu não amamentei, e recuperei. 

 

Não dou só o beneficio dos “Quimicos” mas sim de eu ter procurado outras formas de equilbrio, como na prática de Yoga.

 

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A prática de Yoga foi para mim fundamental. 

 

Acalmou-me, aliviou-me o stress, equlibriou as minhas emoções. Tive os meus momentos de reflexão, de exercio mental e fisico, que favoreceu a minha recuperação e estabilidade.

 

Com o Yoga encontrei um sono mais tranquilo, uma nova fase de harmonia, e foi notória cá por casa desde o primeiro dia de prática.

 

Hoje não tenho tempo para praticar, mas espero voltar a ter tempo para voltar à prática benéfica que é o Yoga, no entanto procuro ter sempre momentos de meditação.

 

Aconselho a todos, o que passam depressões pós-parto ou até mesmo uma depressão, a prática de Yoga. Só tem beneficios.

 

Aqui deixo-vos um pouco da minha história com o baby blues, depressão pós-parto e yoga.

 

Espero de alguma forma poder ajudar alguém que está nesse lado a passar por situações idênticas. 

 

Disponho-me para qualquer questão relacionada com o falado no post.

 

Ahhh e hoje, graças a Deus, a Mamã vive para a plena felicidade da maternidade.

 

Beijinhos da Mamã Zen, Mamã com estilo…

 

De regresso após casamento...

E por aqui estamos de volta. A duas semanas de ter festajado um dos melhores dias da minha vida, e após toda a confusão de todos os preparativos terem passado, finalmente consigo encontrar tempo para algo que gosto tanto como o meu blogue. Agora já posso partilhar convosco algumas coisinhas daquilo que de fantástico foi e é, realizarmos , este que foi por muitos anos um sonho por ambos desejado. Para mim é praticamente impossível descrever por palavras todas as emoções vividas nesse dia, mas vou tentar ir por partes e tentar partilhar convosco da melhor forma que consigo. Sei que para muitos pode ser uma história agradável de ler, para outros não significar nada, mas este é o meu espaço e o meu momento de partilha para com todos vós. Então bora lá começar por o inicio. Como todos sabem, eu sou Mamã de uma linda Borboleta, e um dos nossos objetivos era assim que possivel, podermos batizá-la. O batizmo, para nós pais e padrinhos era essencial na vida da nossa bebé. E por isso tentámos realizar a cerimónia o quanto antes, mas após o primeiro ano de vida da nossa pequena. Como não há batizmo sem festa, logo fomos procurar um espaço para comemorarmos após cerimónia, nunca excluindo a hipótese, já em aberto, de juntarmos o útil ao agradável e realizarmos em união com o batizmo da nossa mais que tudo, o sonho há tanto tempo adiado, o casamento. Não é que o casamento, papéis, altera-se os nossos sentimentos, mas só prova e reforça o amor que sentimos um por o outro, e em sinal do fruto que nasceu desse amor, tornou-se algo que aos nossos olhos e aos nossos ideais era o certo . Quanto ao local de festa, conseguimos encontrar um sitio onde o 2 em 1 era possível, a preços acessíveis. E daí nasceu toda a preparação de um dos dias mais felizes da nossa vida. (Não me canso de dizer hehe) Data escolhida, começámos a dar andamento com os procedimentos de civil e católica, acreditam que durou quase até ao dia da cerimónia? Não por culpa de ninguém, somente nossa, pois fomos deixando passar o tempo e o tempo nestas questões correeeee mas corre sem dar nos conta. O passo seguinte foi a lista de casamento. Uiiii que dá sempre que falar ahaahahhah Já foi o tempo que fazia o obséquio de ser educadamente educada para não parecer mal a ninguém, mas hoje não. E o fato de ser Mamã alimou muitas arestas na minha personalidade que era necessário serem trabalhadas. Na lista tive em conta duas coisas: a nossa disponibilidade financeira e convidados que nós noivos fazíamos mesmo questão que estivessem presentes por o que são ao longo do ano para nós, e não por o papel de atores que desempenham no nosso teatro a que chamamos vida. Se fosse há uns anos atrás, esta questão não me era fácil de filtrar, mas a idade e a vida nos fazem mudar como nunca imaginamos. Por isso para mim esta tarefa acabou por ser fácil, descompliquei o que por norma é complicado. Lista de convidados elaborada, o passo seguinte foi fazer os convites. Esses elaborei eu mesma, depois enviei a uma gráfica para imprimir com alguma qualidade. Foi simples. Um modesto postal, porque por vezes o menos é mais. Quanto às lembranças, tratei com uma amiga minha uma vez que a mãe tem uma lojinha que trata desse tipo de artigos. Quanto aos ramos, também descompliquei. Baseei me num ramo de flores que me foi oferecido por uma grande amiga minha. Tomei como base aquele arranjo e deixei tudo o resto nas mãos da florista. O topo de bolo, eu quis que fosse personalizado. Então mandei fazer numa lojinha virtual do Facebook, e simplesmente adorei o resultado final. Ainda com o bolo, esse pedi a uma senhora amiga da minha zona, que faz bolos deliciosos, para o elaborar. Sem grande complexidade, simples e tal como a florista, acabei por deixar à vontade o trabalho da Sra. Pasteleira. Hehehe Acho que o fato de deixar ao critério de cada um, mas claro não esquecendo os nossos gostos,todos nos surpreenderam pela positiva. E acho que acabaram por trabalhar connosco mais a gosto. As nossas "vestes" têm histórias engraçadas, mas o meu vestido supera. Amo de paixão, e sei que veio até mim com uma história linda e de muito amor pelo o gesto. Guardo o com muito AMOR. Posso vos dizer que foi uma cerimónia simples, mas para nós lindaaaa. E pelo o feedback que recebemos dos presentes, adoraram. Quero agradecer aqui a todos os maravilhosos e maravilhosas que fizeram do nosso dia, um dia tão especial. Guardo vos a todos no coração. Obrigadaaaaaa ...

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Aqui vos deixo algumas fotos de tantas outras. 

 

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Beijinhos grandes da Mamã Zen, Mamã com estilo... 

Tudo com peso e medida...

E hoje não há resumo do dia anterior...até porque ao terceiro dia, decidi que as coisas tinham que ser do meu jeito e não do jeito dos livros.

 

 

 

Estarmos focados em dietas, só nos faz pensar naquilo que NÃO podemos comer, do que própriamente pensar na qualidade daquilo que devemos realmente comer.

 

Chega de restrições. 

 

Não prescindo do lanche em familia, pois devido aos nossos trabalhos, os momentos à mesa, são dos poucos momentos que podemos aproveitar para estarmos todos juntos. É como fosse o reencontro de todos, ao fim de um dia de trabalho. E acreditem que limitar-me a lanches, deixava-me completamente frustrada.

 

Chega de dizer não há fruta. Aliás, ao dia de ontem, quando finalmente comi fruta, a minha barriga, como por magia começou a regular-se.

 

Acreditam que no fim de três dias sentia-me pior do que quando tinha começado? Pois é, sentia-me.

 

No entanto não estou a dizer com isto tudo que levou-me a desistência por completo. Não. Simplesmente, e acreditem que com estes três dias, e os livros que li consegui ter um maior conhecimento sobre o que realmente ingerimos. E ter noção do que devo comer, e não. Qual o peso e medida certa dos alimentos que ingerimos.

 

Talvez eu estivesse errada, quanto à minha alimentação.

 

Ingeria em demasia, muitos hidratos de carbono, e poucas proteínas. Não equilibrava as minhas refeições principais. E mais, não olhava a rótulos para ter noção do que consumia.

 

Para quem é intolerante à lactose, como eu, não é mais um copo de leite magro a um lanche que vai fazer muita diferença. Pois a lactose, açucar natural do leite, está completamente abolido. E esse é um dos motivos porque não se pode consumir mais que um copo de leite por dia. 

 

Vou continuar a ter "medida" no que como, mas não vou viver em função e focada na alimentação. Não é bom para mim e penso que não é bom para ninguém.

 

No inicio achei que ia conseguir, e secalhar até conseguia, mas estou numa fase da minha vida que provavelmente tenho outras coisas que me preocupam mais do que isto. Como estar a 30 dias de subir ao altar.

 

Os nervos roem muito por dentro. Questiono-me todos os dias o que falta, de como vai ser, e isso já é bastante por momento.

 

Venho aqui da mesma forma que comecei, desabafar convosco a minha realidade e consequência do foco da dieta. Porque nós temos que ser nós e viver os momentos ao propósito que acontecem. Como disse, estou a 30 dias de casar e isso já é muito importante para mim. Afinal só caso uma vez na vida, com aquele que é o homem da minha vida e o pai da minha princesa.

 

A noiva está a preparar-se...e a curtir o momento. De momento, não quero pensar em mais nada do que isto e ser feliz.

 

Beijinhos muuito grandes da "Mamã Zen, Mamã com estilo..."  

 

 

A todos um feliz dia da criança...

 

 

Não me quero perder por nada deste Mundo, quero ser SEMPRE a criança que sempre fui.

 

Hoje num corpo de Mulher, sendo Mamã, com responsabilidades, mas eternamente criança.

 

Sou uma eterna criança, para ti Pai, que me viste crescer tão depressa, e sem dar conta já não sou só tua, és o Homem da minha vida e sempre serás, mas sabes que partilhas o papel com outro que assumiu ser o Homem da minha vida, da minha nova familia.

 

Mãe, que carregaste-me 9 meses dentro de ti, e num instante viste eu carregar nove meses, este novo ser, a tua neta. Sei que para ti sempre fui uma criança, e durante muito tempo achaste que eu não ia crescer, mas cresci. No entanto, sabes que eu pulo, eu riu muito, eu brinco com os meus sobrinhos, e agora com a minha filha, sou capaz de tirar os sapatos e saltar no insufulável, com os meus pequenos, sabes que sempre vai permanecer o meu lado mais "menina" dentro de mim.

 

A vós crianças, sejam sempre muito, muito felizes. Aproveitem ao máximo a vossa infância.

 

Papás, proporcionem sempre o melhor de ser criança aos vossos filhos, eles só vão passar por isso uma vez, e mesmo que cresçam e tenham o lado de criança com eles, vai sempre haver o lado das responsabilidades que faz-nos perder a inocência de ser criança.

 

A todos um feliz dia da criança...

 

Beijinhos muito grandes da  "Mamã Zen, Mamã com estilo..." .

 

Em união e Amor...

Hoje para finalizar o dia...venho contar-vos um segredo.

 

Hojé é dia do nosso Amor, simmmm, do nosso AMOR a dois.

 

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Já são quase duas mãos cheias de "amores" vividos em união, e muitos mais serão.

 

Fizemos algo que quase nunca, ou nunca fazemos...COMEMORAMOS de forma diferente ao nosso dia a dia. 

 

Comemoramos a dois.

 

Afinal também merecemos, afinal somos gente com coração, com sentimentos, e com muito Amor em comum.

 

Venham mais umas valentes mãos cheias de histórias a dois, com um três, que se chama filha, e quisá mais tarde um quatro de sementinha, filho ou filha, quem saberá.

 

E hoje os bejinhos vão somente para ti meu Amor, AMO-TE Principe, A Mamã é grata pelo o Papá que escolheu para fazer a sua familia.

 

 Mamã Zen, Mamã com estilo...

Quem disse que casar era fácil??? - Ep.1

 

Não, e não estou a falar da parte de encontrar o Principe perfeito, porque esse GRAÇAS A DEUS já o tenho, falo mesmo na organização do casamento.

 

Papéis aqui, papéis aculá...Ufaaaa, não é fácil.

 

Para não dizer o dinheiro que custa, simplesmente CASAR. A dita "papelada" do registo civil é uma "Pipa de Massa".

 

Como já perceberam, no fim de alguns anos a viver em união de fato, vamos finalmente CASAR. Estou noiva, estou muito feliz, porque era de fato algo que tinhamos em mente. "Um dia vamos casar", e chegou o momento.

 

Como não é segredo nenhum, e é um ato natural e comum nas nossas vidas, venho partilhar as peripécias que vão acontecendo com o momento tão especial.

 

Hoje foi dia de registo civil.

 

Lá fomos nós feitos pimpões, chegámos ao registo, e como vivemos no meio em que meio Mundo se conhece, virei me para a senhora do balcão e disse em tom de brincadeira: "Viemos casar".

 

Assim começamos o processo da papelada mais importante da cerimónia.

 

A senhora pediu nossos cartões de cidadão, perguntou qual a data do casamento e qual o tipo de regime que queriamos casar. Mas antes que respondessemos, ela explicou os tipos de regime existentes (que suponho que é de conhecimento de todos, por isso não vou mencionar todos).

 

Meu Deus, e ai vem o momento do dia...

 

O Sr. Meu Namarido / Futuro Marido, depois da explicação respondeu: "Ahhh, casamos por COMUNHÃO GERAL..." e eu concordei, visto que vivemos há tantos anos juntos, já temos um par de coisitas em comum. (ahahahah)

 

Mas a Senhora continou, então querem casar em comunhão geral, o que é de um passa a ser do outro e vice-versa, mas....

 

E nós no "masss...."

 

"Mas, para ser comunhão geral, tem uma taxa acrescida de 100€." 

 

Pronto, acabou-se a Comunhão Geral.

 

O Sr. Meu Namarido / Futuro Marido teve um súbito salto de consciência e disse: "Atão não quero, pode ser mesmo Comunhão de adquiridos..." Isto saltou-lhe da boca tão breve quanto possível.

 

Rimos tanto, mas tanto...não têm ideia.

 

Mas continuando, e agora numa vertente mais séria.

 

O documento normal, para casar tem cum custo de 120 € , e se casarmos em comunhão geral é mais 100 €. Será que é só na minha cabeça ou isto não tem cabimento? 

 

Já por si, 120€ é mesmo muito para emitir um documento, quanto mais 220€.

 

Parece que anda meio mundo a chular outro meio mundo...desculpem o termo, mas foi o que sentimos. 

 

De fato por ser algo tão importante e especial, como é para nós, acredito que tantos como nós, CASEM, esquecendo a parte monetária que o Estado leva de nós.

 

Agora estamos em preparativos intensivos, pois falta mesmo muito pouco tempo.

 

Será também o batizmo da nossa flor.

 

E será de certo um dia muito mas muito  especial.

 

Agora os outros episódios do "Quem disse que casar era fácil?" ficam para breve...aqui fica o primeiro.

 

 

Beijinhos muitos, muitos com imensa gratidão da Mamã Zen, Mamã com estilo...

 

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