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Mamã Zen, Mamã com estilo...

O blogue que retrata da vida de uma mulher após maternidade. Entre biberões e batons, um mundo cheio de descobertas ao estilo Zen.

Mamã Zen, Mamã com estilo...

O blogue que retrata da vida de uma mulher após maternidade. Entre biberões e batons, um mundo cheio de descobertas ao estilo Zen.

Vê se te acalmas, meu querido 2016...

E quando acho que estou a chegar...

 

REFORMULANDO...

 

E quando eu acho que CHEGUEI, aqui, eis que não cheguei.

 

Parece um turbilhão de acontecimentos impeditivos para chegar até aqui.

 

Uns dizem que estou numa fase mais deprimida, ou talvez pessimista, no entanto não acho que assim seja.

 

Apesar desta minha nova opção de vida, ser feliz, grata por tudo, mais calma, tranquila, resumindo: “ZEN”, tem sido tudo pelo o avesso.

 

Não que queira, que seja desculpas...

 

Mas CARAMBA... 2016 está ao rubro em acontecimentos.

 

img_2124.jpg

 

 

Podia dizer, ou tentar ver a parte positiva deles, mas de momento não consigo.

 

Não por falta de positivismo, esperança ou sei lá bem...mas talvez seja um:

 

“EHHHIIII preciso de RESPIRAR, respirar BEM FUNDOOOO...apanhar folgo, para continuar...”

 

Por isso tudo, vê-lá se te acalmas, meu querido 2016.

 

Sei que dois meses já foram, entre quase 60 dias, também houve coisas boas...

 

Mas também não te pedi (2016) tanta coisa menos boa... fazes-me pensar que não fui clara e objectiva com os objectivos que tracei para ti, 2016.

 

Necessitas que reformule?!? Ou vamos entrar por fim de pé direito?!

 

É que isto de ter muita vontade própria, somente não dá...também preciso de ti...

 

Vá...CONFIO em TI, eu também CONFIO em MIM...

 

 

Soraia Romão

 

 

Após depressão pós-parto: O Desmame...

Segunda-feira, e decidi vir aqui falar de algo pouco falado. Porque afinal na maternidade só se costuma mostrar as rosas e não os espinhos.

 

Talvez por vegonha, por aqueles que julgam sem saber ou sem passar "por elas", sem saber o que é realmente, o que é, e o que sentimos e como nos sentimos.

 

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Já algum tempo que falei aqui no blogue de depressão pós parto, e passo-vos a deixar AQUI, um pouco da minha história.

 

Eu tive depressão pós-parto, finalmente que me sinto bem, mas está na hora do desmame dos medicamentos. E então? Então, mais um espinho onde estou constatemente a sentir a dor no meu corpo.

 

Fazer desmame de medicação para depressão, não é de todo fácil. Eu segui o tratamento à risca, e estou a fazer o desmame, após longos meses de tratamento, como me foi indicado pelo médico.

 

Mas sabem o que é um vulcão em constante erupção?!

 

Assim sou eu. O bom, é ter um marido compreensivel, e perceber que estou numa fase menos boa, para ficar numa fase fantástica. Porque o coitado é que sofre com as erupções do vulcão. O resto é tranquilo.

 

Só para quem me conhece bem, olha nos meus olhos e vê que durante o dia há momentos que mais vale estar calada, quietinha, sossegadinha, e depois de passar, já podem abrir a boca para falar comigo.

 

O que mais me tranquiliza, é que apesar deste fervilhar de sentimentos, só um me é constante e me calma: a minha filha.

 

É incrivel.

 

Talvez porque a ache especial...

 

Porque sou a Mamã dela e vejo super poderes de cura na minha menina.

 

Mas Mãe que é mãe é assim. Pode desabar o Mundo, mas se as crias estão bem, o resto não interessa.

 

Nesta fase de desmame de antidepressivos, é a fase que estou a concentrar todas as minhas energias em mim, pois necessito. 

 

Recebo o amor, a paz, a tranquilidade, daqueles que demonstram preocupação, amor e carinho por mim, dos poucos mas os melhores amigos que tenho e da minha familia.

 

Tem sido dificil aceitar, como foi de aceitar a depressão pós parto, que o desmame, faz me continuar a precisar de ajuda e de apoio dos meus queridos.

 

Mas nesta semana que refleti, que quis vir desabafar um pouco da minha vida aqui no blogue, porque poderá haver mais pessoas assim, sem talvez conseguirem compreenderem o que está a passar, perdi a vergonha de ser apontada como "olha esta está maluca", "passou-se" e finalmente aceitar mais uma vez a ajuda da familia e dos amigos, e olhar para tudo isto como uma realidade.

 

E que se dane a opnião dos outros.

 

Eu estou aqui, e depois desta fase, fico certamente FANTÁSTICA.

 

Porque a Mamã é forte, luta contra tudo para vencer, e tem os melhores a amá-la.

 

Agora um conselho a quem menos entende do assunto: Não julguem, ajudem...

 

Graças a Deus eu tenho quem o faça por mim, mas á muita gente a passar por a depressão pós parto, ou mesmo depressão, e até mesmo pela recuperação sózinhas. E estar só é como faltar o sol, num céu azul, completamente limpido.

 

Beijinhos a todos com muita coragem... e grata ao Universo por todos os ensinamentos que me tens dado.

 

 

Soraia Romão

Mamã Zen, Mamã com estilo...

 

 

 

Também faz falta SERMOS para nós próprios...

Estamos constantemente a colocar as nossas forças em prova.

 

São diárias as batalhas, as lutas...

 

Para uns não é nada, para outros é alguma coisa, para outros sempre se preocupam, e ainda outros que estão sempre lá mesmo quando não dizem uma palavra.

 

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Aos que dizem que "não é nada" e não sabe o esforço que é diariamente para manter de pé, eu e a vida de quem me rodeia, ignoro, e classifico.  Sim, classifico. Classifico por aqueles que não vale a pena.

 

Para os que é alguma coisa, para os que se preocupam e para os presentes ausentes, merecem a minha consideração e respeito com todo o amor e gratidão.

 

Entende da vida, passa por semelhanças, e pelo menos uma vez da vida já tropeçou e teve que levantar-se.

 

Escrevo mas não sei porque escrevo. Só sei que me quero expressar.

 

Não consigo ser pilar de todos, todos os dias. Por vezes também preciso de abrigo.

 

Meu silêncio não é bom. Talvez depare-me com sinal de cansaço das pessoas, em modo geral.

 

A minha verdadeira alegria é aquela a que me chama Mãe.

 

Aquele que construiu familia comigo.

 

Aos que me deram vida.

 

E aos que me acolhem como filha.

 

Mais três ou quatro que guardo todos os dias junto do meu coração.

 

Tudo isto, para dizer que silêncio não é sinal de esquecimento.

 

Que se tivesse que me ocupar com a vida de todos, não tinha tempo para minha, e para as minhas coisas. Se já assim ele é escasso, faria se fosse de outra forma.

 

Canalizar as nossas energias para nós próprios não é sermos egoistas, é cuidar de nós.

 

Também precisamos.

 

Só assim há forças para o resto.

 

Cuidem de vocês, todos temos os nossos momentos.

 

Aprende a dar espaço e tempo para ti.

 

Beijinhos grandes da Mamã Zen, Mamã com Estilo...

 

 

Um ano de descoberta...

Há um ano atrás, por este dia, mudei completamente a minha vida.

 

Descobri um Mundo de Amor, Paz e Gratidão, para além do que a vida já me tinha presenteado ao ser Mamã.

 

A todos os sentimentos ruins, dei lugar a oportunidades com bom senso.

 

Descobri que em mim além de uma Mamã, havia um ser "Zen"...

 

Ou melhor,  a decobrir isso do que é ser "Zen", há procura do equilibrio da mente, corpo e alma.

 

Hoje, sei que rumei pelo o caminho certo. Com muito ainda por descobrir.

 

Mas de certo que não sou mais quem era.

 

E digo-vos que orgulho-me destas novas etapas e descobertas.

 

A todos os que tenham oportunidade, pelo menos uma vez na vida, presente-vos .

 

REIKI

 

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NAMÂSTE

 

Beijinhos grandes da Mamã Zen, Mamã com Estilo...

 

 

 

 

Baby blues, depressão pós-parto e yoga...

Hoje venho-vos falar de algo que após parto, abalou e mudou a minha vida.

 

Após 41 semanas de gestação, com uma gravidez não super, mas HIPER desejada, senti dentro de mim aquilo que não queria sentir: sintomas de depressão pós-parto.

 

Inicialmente diagnosticada como “Baby Blues”, com sintomas de choro, tristeza profunda, (apesar de toda a felicidade do Mundo), o egoismo  (querer a minha bebé só para mim), era os sinais de crise de Baby Blues mais evidentes.

 

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Para quem não sabe, o Baby blues pode acontecer até 14/15 dias após parto, e quando não valorizado, pode originar a uma depressão pós parto.

 

Nesta fase é muito importante termos muito apoio, mas principalmente que nos deixemos ser apoiados. O meu grande problema, é que como somente eu queria cuidar da minha bebé, eu não permitia ser ajudada.

 

Estes sentimentos pós parto, foram muito evidênciados a quando regresso para casa. Durante os dias que permaneci internada no Hospital, eu não senti sintomas como melancolia, e outros causados pela crise da Baby Blues.

 

Quando se tornaram demasiado evidentes, os sintomas de uma fase que de todo não é facil de passar e sentir, eu procurei logo ajuda médica.

 

Fora de casa eu permitia me ser ajudada mas dentro de casa, sem razão nenhuma de ser, eu não permitia ser ajudada.

 

Este tema não era de todo desconhecido para mim, uma vez que como participei num curso de preparação para o parto, um dos temas abordados na parte de psicologia materna, foi mesmo esse, Baby Blues e depressão pós parto.

 

Lembro me perfeitamente do formador / psicólogo falar de “N” situações que na altura pareciam-me completamente absurdas, e ter o sentimento de : “ ahhhh isto a mim não vai acontecer”, mas o que é certo, é que deixaram de ser absurdas e começaram a fazer parte da minha vida, sem sequer pedir autorização. Entrou e ponto final.

 

 Apoderou-se de uma recente Mamã, desesperou-me com tanto choramingo, e afinal a mim também me acontece.

 

Numa ida ao médico, após parto, já sabendo o que se estava a passar, eu falei com a equipa que me atendia, e já me conhecia, pelo o percurso de gestação. 

 

Inicialmente não foi feito nada, isto é, só explicaram, ou melhor, confirmaram aquilo que já sabia, estava a viver uma crise de Baby Blues, e ficaram em alerta.

 

Com o decorrer das consultas, e passado algum tempo de acompanhamento, a fase do baby blues, foi eliminada, mas por sua vez deu lugar a uma depressão pós parto.

 

Posso vos dizer que se por um lado vivi e vivo a melhor fase da minha vida, que é ser Mamã, por outro o sabor da depressão pós parto, foi a descoberta de um lado muito negativo e de profunda tristeza sem razão, que me marcou e foi como um doce-amargo.

 

Fui medicada, porque aliás, eu não amamentei, e recuperei. 

 

Não dou só o beneficio dos “Quimicos” mas sim de eu ter procurado outras formas de equilbrio, como na prática de Yoga.

 

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A prática de Yoga foi para mim fundamental. 

 

Acalmou-me, aliviou-me o stress, equlibriou as minhas emoções. Tive os meus momentos de reflexão, de exercio mental e fisico, que favoreceu a minha recuperação e estabilidade.

 

Com o Yoga encontrei um sono mais tranquilo, uma nova fase de harmonia, e foi notória cá por casa desde o primeiro dia de prática.

 

Hoje não tenho tempo para praticar, mas espero voltar a ter tempo para voltar à prática benéfica que é o Yoga, no entanto procuro ter sempre momentos de meditação.

 

Aconselho a todos, o que passam depressões pós-parto ou até mesmo uma depressão, a prática de Yoga. Só tem beneficios.

 

Aqui deixo-vos um pouco da minha história com o baby blues, depressão pós-parto e yoga.

 

Espero de alguma forma poder ajudar alguém que está nesse lado a passar por situações idênticas. 

 

Disponho-me para qualquer questão relacionada com o falado no post.

 

Ahhh e hoje, graças a Deus, a Mamã vive para a plena felicidade da maternidade.

 

Beijinhos da Mamã Zen, Mamã com estilo…

 

Afinal o que é isso de Mindfulness?!?!

Afinal o que é isso de Mindfulness?!?!

 

Será que fui a única a questionar-me?

 

 

 

Apesar de ser uma palavra escrita em inglês, de seu significado "atenção plena", o que é certo é que está "em alta" a utilização da mesma para tudo.

 

Mindfulness para grávidas, mindfulness para o trabalho, mindfulness para isto e aquilo, mindfulness para tudo.

 

Sendo eu uma curiosa, e a estudar o  mundo Zen, tenho lido muitas revistas que fazem foco ao "Mindfulness", é como se tivesse pegado moda.

 

Mas afinal, como questionei acima, o que é o Mindfulness?

 

Eu posso até estar errada, mas a minha compreensão sobre o assunto leva-me a perceber que consiste numa prática de concentração, de regulação da mente, pensamentos, acontecimentos, fantasias, sonhos, do tudo que surge na nossa mente. E isto para que possamos de alguma forma, perceber o que está acontecer na nossa vida, o porquê do surgimento de certos pensamentos, etc.

 

Mindfulness pode ser praticado, com a técnica de meditação.

 

Imagina então, que estás grávida, pode ser aplicado o Mindfulness de forma a que foques a tua mente, e percebas o que está a acontecer ao teu corpo, dar atenção a todas as mudanças, que te pode ajudar a sentir te calma e serena, porque tu sabes cada passo, cada tranformação na tua gravidez, tu sabes aceitar, e isso reduz te o stress, os sintomas mais depressivos, entre outros.

 

Podemos também praticar Mindfulness, mantendo a nossa mente concentrada na pintura de desenhos, que relaxa pelo o ato e pela forma de exprimires a cor no papel.

 

Podemos simplesmente, fazer a nossa meditação focando e programando a nossa mente para determinado assunto.

 

A meditação é algo muito "nosso", e há várias formas de meditar, não quer dizer que tenhas que meditar na posição de lotus, podes praticar meditação quando estás a tomar o duche, a passar a ferro, estar simplesmente deitada/o, és tu que escolhes a tua forma, que resulta mais contigo.

 

Concluindo, e para não dispersar noutro tema, Mindfulness ajuda-nos a consciencializar-nos das nossas ações, dos nossos propósitos do dia a dia, em tudo.

 

Pelos vistos, neste post coloquei em prática o Mindfulness, foquei-me, tentei perceber e escrevi sobre um foco, neste caso, sobre ele próprio.

 

Espero que tenham gostado, para os mais curiosos nestas áreas, e que possa de alguma forma ter ilucidado para o afinal, o que é isto do Mindfulness.

 

Beijinhos muitooooo grandes e com imensa gratidão por tudo, hoje de fato foi o dia muito produtivo e muito bom para reflexão.

 

E hoje é SEXTA-FEIRA YEHHHHHHHHHHHHH

 

"Mamã Zen, Mamã com estilo..."

 

 

 

 

 

É por isso que sou a Mamã Zen...

Por fim a parte mais "ZEN" de mim...

 

 

 

Não é que a palavra "ZEN" seja bem empregue, pois não serve como adjetivo. No pouco que tenho estudado sobre o ZEN, consigo perceber que ZEN é um ensinamento, associado ao budismo. No entanto, muitos de nós, usamos a palavra "zen" como para adjetivar um estado de equilibrio pleno e sereno.

 

Até ao momento que aventurei-me a descobrir o ZEN, percebi o quanto estava errada na noção criada na minha cabeça sobre o mesmo.

 

Mas adiante...e usando a palavra adjetivada.

 

Há algum tempo para cá e principalmente depois da minha Borboleta nascer, senti a necessidade de criar o meu Mundo, mais sereno e calmo. Acho que este sentimento provem do instinto maternal. Queremos protejer. Queremos cuidar das nossas crias em paz e pleno amor...Aquela imagem de bebé a dormir como anjinho...são associações que fazemos a este novo estado de espirito. Uma Mamã "Zen"....tranquila, serena, amor....

 

A realidade é que por vezes o nosso desejo de tranquilidade, não equivale à realidade...pois a maternidade não é o mar de rosas que as revistas, a TV e as amigas pintam. Amamos sim, os nossos filhos, mais que tudo nesta vida, podem ter a certeza...mas existe o se não, o lado menos positivo.

 

Um bebé que chora muito nos primeiros meses de vida, um bebé que tem dificuldade em adormecer, um bebé que por exemplo pode ter dificuldade na pega da maminha...ou até mesmo o lado da Mamã que passa a fase do Baby Blues e/ou uma depressão pós parto...Tudo isto retira o estado mais "zen" (calmo) da história.

 

No entanto conto-vos um pouco da minha história.

 

A Mamã teve uma linda bebé, que não gostava de dormir e chorava muito nas primeiras semanas de vida.

 

Para ajudar a Mamã, assim que teve alta do hospital e chegou a casa, entrou na fase do Baby Blues que por sua vez originou uma depressão pós parto. Mas calma, eu fui sempre muito bem acompanhada, por profissionais.

 

Mas dai, desse tombo que levei naqueles dias, eu só queria ser EU, voltar ao normal, não ser egoista a pensar que só eu sabia cuidar bem da minha menina. Não têm noção, mas um Baby blues, faz de nós outras pessoas...posso dizer que tem um lado de horrivel. E digo isto, tendo em conta a minha experiência, achar que só eu sabia cuidar da minha bebé, e mais ninguém.

 

Desta fase, partiu a minha mudança. Foi dai que quis mudar tudo. Da curiosidade passei a estudar, frequentei cursos em áreas holisticas, mudei atitudes e pensamentos, frequentei atividades como o Yoga ( com muita pena minha, não pude continuar, mas assim que conseguir retomar eu volto) e de tudo isto, e aos poucos estou ao encontro do equilibrio e do Universo.

 

É por isso que sou aqui, a Mamã Zen...

 

É só um pouco mais de mim...uma mistura de histórinhas...

 

Peço desculpa para quem é previligiádo na sabedoria dos ensinamentos, e se pude expressar  me menos bem quando falei no Zen, e no budismo, mas estou apenas no  "A E i O U" de principiante.

 

Beijinhos muitos, muitos com imensa gratidão da Mamã Zen, Mamã com estilo...

 

 

 

 

Dicas de Organização para uma Mamã Dona de Casa

Gerir tempo é coisa que para uma Mamã, semi-dona de casa (sim, "semi" porque graças a Deus tenho alguém com quem repartir as tarefas da casa) e trabalhadora, não é nada facil.

 

 

Mesmo que as tarefas da casa sejam repartidas, ser Mamã é a tempo inteiro, sem amas e infantários,  e  trabalhadora apartir de casa, desafia-me a estudar, aprender e gerir o TEMPO.

 

É engraçado como muitas das pessoas acham que por trabalharmos apartir de casa acham que é fácil. A verdade é que não é. Gerir horários, em função das nossas funções de Mulher titulada como Mãe e dona de casa, não é tarefa fácil.

 

Há algum tempo desafiei-me a criar uma "espécie" de horário diário, ou tópicos diários com objetivos que consegui que funcioná-se comigo, sendo mais objetiva, sem me perder no espaço e no tempo.

 

É por isso que venho aqui tentar partilhar convosco esta minha "ideia" ( a verdade é que há mil e uma mulheres a aplicar), mas para as mais "desorientadas" como eu, aqui vai uma dicas.

 

 

 

 

 

  1. Para aquelas Mamãs que esperam até ao último momento para poder fazer o almoço ou jantar, e chega a hora e não sabe o que fazer, é criar uma "Ementa Semanal". Resulta imenso, porque poupamos tempo, chatices, e desconfortos por faltar o tal ingrediente chave para elaborar a refeição. Agendar as refeições atempadamente, faz-nos criar uma listinha de compras, que podemos fazer uma vez por semana, sem ter que ir constatemente ao supermercado.
  2. A segunda ideia, para as Mamãs que trabalham fora de casa, é programar as tarefas que conseguem fazer pela manhã, e pela tarde, ao chegar do trabalho. Normalmente, pela manhã poderás deixar as camas prontas, para não chegar do trabalho, e ter a sensação que passou um furação pela casa a dentro. Camas arrumadas, dá um ar mais "clean" ao nosso lar. Pela noite, podemos, por exemplo, escolher a nossa roupa e dos nossos filhos para o dia seguinte.
  3. Queres o fim-de-semana para disfrutares da tua familia? Então outra dica é durante a semana, dia sim dia não, verificares o teu cesto de roupa suja, poderás assim agendar os teus dias para lavar a roupa. Exemplo: Roupa de cores - 2º Feira; Roupa escura- 4º Feira; Roupa branca - 6º Feira. Poderás também agendar intercaladamente as mudas de roupa de cama. Concerteza que ajudará imenso sem te perderes.
  4. Quanto ás limpezas de casa, espero que possam ter a colaboração do vosso mais que tudo, isso sim é divinal. Mas mesmo não tendo, podem também agendar diárimente por secções. Exemplo: 2º Feira- Secção de Lazer, 3º Feira - Zona de descanso, 4º Feira - WC's, 5º Feira - Cozinha e 6º Feira, sendo que provavelmente terão o fim de semana de descanso, dar uma generalizada leve por toda a casa.

Não sei se estas dicas ajudam, mas espero que sim. Tento ao diário exercitar para que resultem comigo. Parece muito trabalho, mas contudo, dividido acredita que é bem mais fácil.

 

Não coloquem demasiadas tarefas nas vossas agendas, porque podem não conseguir concluir, e pode levar a uma frustação indesejada contigo própria. Faz somente, o que sabes que realmente vais conseguir fazer de forma organizada e positiva.

 

Revê todas as tuas tarefas e ementa semanal ao Domingo. Sentirás uma paz diária, por teres meio caminho elaborado.

 

Espero que tenham gostado.

 

Aceitam-se dicas. É so deixares aqui abaixo, nos comentários.

 

Beijinhos muitos, muitos com imensa gratidão da Mamã Zen, Mamã com estilo...

 

 

 

 

 

 

 

Obrigada aos mais de 4000...

Sei que há muito a crescer, sei que há muito a melhorar, sei que há muito mais de mim para dar, mas a verdade é que sem vocês eu não tinha tanta vontade de fazer mais e melhor, porque todos somos um apoio, com todo o amor do Universo.

 

Obrigada de coração, por todos os que estão presentes aqui e na página Oficial do blog, no Facebook, Mamã Zen, Mamã com estilo...

 

 

Obrigada por sermos tantos, obrigada por sermos mais de 4000. Hoje acordei muito feliz quando vi a nossa página Mamã Zen, Mamã com estilo...

 

Beijinhos muitos, muitos com imensa gratidão da Mamã Zen, Mamã com estilo...

 

 

 

A maternidade como uma oportunidade de realinhamento profissional

Há coisa e coisas. Coisas que não sabemos explicar, mas que passam no nosso caminho com o sentido de nos deixar uma mensagem. 

Digo isto, e para que vocês consigam perceber o que estou a falar, vou vos contar a minha situação presente.

 

Neste momento a minha bebé tem 12 meses, e sou imensamente grata por poder ser eu a tomar conta dela todo este tempo. Graças a Deus a minha vida assim trilhou para que eu própria pudesse cuidar 24 horas, sobre 24 horas, sem ter que levá-la para o infantário.

 

Quando ainda era gestante, eu tinha tudo muito definido na minha cabeça. Por minha concordância e do Papá, tinhamos, proposto colocar a bebé, mais ou menos aos 8 meses, no infantário. Pensávamos na parte cognitiva da bebé, no beneficio que podia ser para ela e para o seu desenvolvimento, não sabiamos é que depois dela nascer, e com o passar do tempo o coração de Mamã, fica menos prodisposto a partilhá-la com o desconhecido. Acho que nos tornamos um pouco egoistas e egocêntricas, pensamos no bebé sim, mas pensamos na dor que nos causa ver os nossos rebentinhos nas mãos dos outros que mal conhecemos. Será que fica bem? Será que sofre pela minha ausência? Será, será, será.....? E assim continuamos.

Como já mencionei, eu sou grata por ter oportunidade de ser eu a cuidar da minha filha a tempo inteiro, outros nem sequer têm essa opção, simplesmente têm que colocar nos infantários, ou contratar alguém para cuidar dos seus filhos, porque têm que trabalhar fora de casa.

 

Eu continuo com a mesma oportunidade de poder continuar a ser EU, a cuidar da nossa bebé, mas a verdade é que também trabalho, apartir de casa. Também sou, no melhor que posso, dona de casa. Também sou, o melhor que até agora consigo, e que a maternidade deu-me oportunidade de ser, blogguer. E sobretudo, sou Mamã.

Sou tanto numa só pessoa, que por vezes sinto que cheguei ao fim do dia, e perdi-me no meio de tanta "profissão", principalmente na mais gratificante de ser Mamã.

E as horas passam, e o dia passou, e qualquer coisa ficou por fazer. E eu, reclamo em voz alta, mas comigo mesmo, porque deixei tarefas para trás.

 

A verdade, é que não somos super heroinas, ou somos. hehehe

Exigimos muito de nós. Por vezes não deviamos.

 

Voltando ás nossas ideias bem definidas, passou os 8, 9, 10 e por ai fora, meses, e não consigo ceder, render-me ao melhor momento para colocar a nossa bebé no infantário.

O Papá diz à Mamã: "Também precisas tempo para trabalhar....também precisas tempo para fazer as tuas coisas."

Eu sei que é verdade, mas dói, dói aqui dentro. Porque o tempo passa a voar, e eu não quero perder nada, que seja importante do melhor de mim, a minha Borboleta.

 

Eis que recebo um e-mail, e porventura, clico no seguimento de videos no Youtube, onde deparo-me com este video, que aqui vos deixo, tão direcionado à minha vida neste momento. Aos medos de quando descobrimos que estamos grávidas, ao medo do futuro, ao medo de avançar, ao medo de lutar pelos os sonhos, a tudo.

 

E ainda hoje, quando estava a olhar para ela, eu senti a gratidão de cuidar todos os dias dela, de fazer parte da  minha vida todos os minutos, até mesmo quando estou a trabalhar.

 

Eu tenho o projeto nas minhas mãos, eu tenho os meus sonhos comigo, e eu sou MÃE acima de tudo, mesmo quando partilho a minha filha, com alguém que sabe cuidar dela com respeito e dedicação.

Porque hoje, que sou Mamã, tudo o que faço é em prol do melhor para ela. Para uma vida melhor, um futuro melhor, para nós FAMÍLIA.

 

Aqui vos deixo um video inspirador.

A maternidade como uma oportunidade de realinhamento profissional

 

 

Beijinhos muito grandes da  "Mamã Zen, Mamã com estilo..." .

 

 

 

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